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EFICIÊNCIA ENERGÉTICA

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O que a Agenda 21 da Eco-92, o Feng Shui, a Geometria Solar e a Arquitetura Bioclimática tem em comum? Tem uma preocupação primária que é trazer a eficiência energética para perto do ser humano, e com ela todas as variáveis e conceitos atuais de uma arquitetura energeticamente eficiente, com sustentabilidade e conforto ambiental.

Sabemos que as discussões feitas na eco-92 foram de caráter global, focadas, por exemplo, na diminuição de gases tóxicos para a saúde, no uso indiscriminado da matriz energética mais relevante da atualidade, que é o petróleo e no aproveitamento eficaz de todas as fontes renováveis para a geração de energia; tudo isso, referendado pela Agenda 21.

O Feng Shui, que é um pensamento de referência cultural chinês, em seu conceito mais simplista, tenta equilibrar as energias do ambiente que cercam a edificação com o ambiente habitado e o espírito (ch’i).

A eficiência energética, em todos os seus pormenores, deve ser considerada como um patrimônio conhecido e adquirido por todos, de todas as classes sociais e comunidades.

A Geometria Solar, que faz parte do conceito de Arquitetura Bioclimática, é um componente importante para o ‘planejamento de sombreamento’ e de insolação nas cidades brasileiras, pelo simples fato de poder auxiliar no controle da temperatura que existe ao redor das edificações. Agora, todos estes conceitos, em nossa atualidade, convergem para algum lugar? Sem dúvida que sim. Tudo que foi citado aqui, está em um estado de interdependência constante, por se tratar de natureza que nos envolve, da necessidade de conservação de recursos básicos para a sobrevivência de todos nós, humanos, animais e vegetais, no ecossistema chamado TERRA.

Uma das propostas de atuação em todo o mundo, escrita na Agenda 21, é a promoção da ‘saúde pública e a melhoria da qualidade dos assentamentos humanos’. Está sendo realizada, de maneira ordenada por nós arquitetos e urbanista, os profissionais mais indicados para tal tarefa?

A eficiência energética, em todos os seus pormenores, deve ser considerada como um patrimônio conhecido e adquirido por todos, de todas as classes sociais e comunidades. Ainda bem que já possuem inúmeros exemplos de aplicações de boas práticas em todo o território mundial. Ainda bem. Se não fosse isto…

       Para finalizar… qual o nosso papel como Arquitetos e Urbanistas na divulgação destas diretrizes e acordos feitas a tanto tempo na Eco-92? Reflitamos sobre o assunto e sejamos mais preocupados com a nossa própria sobrevivência num futuro de muitas ‘nuvens carregadas’.


SOBRE O AUTOR:

eu

Elias Cardoso da Silva, comumente chamado de Elias Dória, por conta do nome de família mais conhecido na região onde vive, Porto Seguro, possui formação acadêmica da Faculdade UNIME, na cidade de Itabuna, Bahia, finalizada no ano de 2017. Atua no ramo da construção civil como um bom aprendiz desde muito novo, na companhia do Pai, Adiel Ferreira da Silva, que possuía experiência de mais de 40 anos. Cresceu copiando os projetos do pai com caneta nanquim e fazendo carimbos com aranha e normógrafo (que coisa antiga!). Este artigo é uma homenagem póstuma a meu querido pai, que tanto me ensinou a ter gosto pela futura profissão.

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